Apoio a uma liderança europeia mais forte na procura da paz na Ucrânia

27. 11. 2025 - O Parlamento Europeu adopta uma resolução que apela a um papel mais ativo da UE nas negociações de paz na Ucrânia. Os eurodeputados insistem que uma paz justa só é possível após um cessar-fogo efetivo e com garantias de segurança comparáveis ao artigo 5º da NATO.
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Na resolução, o Parlamento Europeu sublinha que a UE deve assumir uma maior responsabilidade pela segurança europeia, especialmente numa situação em que a abordagem dos EUA é descrita como "ambivalente" e potencialmente ameaçadora para as negociações de paz a longo prazo.

Os eurodeputados exigem que qualquer acordo respeite o direito internacional e garanta que a Ucrânia terá fortes garantias de segurança por parte da UE e dos EUA. O Parlamento Europeu defende que qualquer acordo deve respeitar o direito internacional e garantir que a Ucrânia disponha de garantias de segurança sólidas por parte da UE e dos EUA, suficientemente fortes para dissuadir qualquer tentativa de agressão por parte da Rússia.

O Parlamento Europeu rejeita também, de forma inequívoca, qualquer anexação de territórios ucranianos. Qualquer território temporariamente ocupado "nunca será considerado pela UE como sendo russo", afirma a resolução. A Ucrânia não deve ser decidida sem a Ucrânia e a Europa sem a Europa", ou seja, a UE deve ser parte de pleno direito em todas as mesas de negociações.

O Parlamento Europeu defende a criação de um "empréstimo de reparação" para a Ucrânia, financiado com as receitas dos activos russos congelados. Os eurodeputados defendem que este instrumento deve ser legal e financeiramente ancorado e não deve ser objeto de negociações com Moscovo.

O Parlamento Europeu adverte também que não devem ser levantadas quaisquer sanções contra a Rússia antes da conclusão e aplicação integral de um acordo de paz. Se Moscovo recusar negociações de paz sérias, a UE deverá, na sua opinião, impor novas sanções significativas.

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